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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Quase sempre existe como dar a volta...


Acho que sobrepujamos a intimidade frente ao nosso conhecimento mútuo. Ainda é cedo - e não é tarde o suficiente para ser incorrigível - para que façamos do sarcasmo ferramenta para extravasar nossas mágoas externas ao nosso relacionamento.
Devo dizer que também não espero que exista intimidade suficiente para tanto, nem em um dia, nem em muitos anos de convívio: sabe que a vingança ao sarcasmo só é saciada com demonstrações de superioridade, e, Deus me ouça, quero te ver como uma igual nesse mundo, ou, como pior das desgraças possíveis pra mim, não te ver mais.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Trecho de carta à L.


Acho que se eu me curasse totalmente, deixaria de ser um menino estranho e inconsequente e olharia pelas coisas que importam mais que os meus probleminhas tolinhos. Coisas de conversar, de abraçar e pensar, de conhecer, agradecer por deixar sonhar mais lá na frente onde não vejo mais por ser baixinho e precise que alguém me levante!

Desculpe por ser bobo.